Banco Íris

O designer Marcelo Bicudo, que passa a integrar o time Butzke, apresenta o banco Íris, inspirado no olho humano. A peça, redonda e de concepção estrutural peculiar, proporciona efeito de iluminação proveniente de dispositivo central regulável, alimentado por energia solar. Ideal para ambientes externos funciona como uma escultura de luz no período da noite. E tem emprego versátil, como banco ou como mesa de centro.

Banco Íris (1)

 

Conheça a decoração Hygge

Esse estilo de decoração surgiu na Dinamarca. Como lá as pessoas vivem em uma zona onde existe pouca luz solar e claridade, os dinamarqueses buscam suprir essa carência de luz natural. Sendo assim, o Hygge consiste na criação de um refúgio cheio de luz, calor e tranqüilidade.

O termo “Hygge” não possui uma tradução direta para o português, mas basicamente, é uma atitude que pretende criar um ambiente muito acolhedor. Sendo assim, esse estilo procura uma forma de levar para dentro de casa sensações como paz, conforto, descanso, naturalidade e luz.

 

 

Confira os princípios do estilo Hygge:

– O conforto é o mais importante. Assim, todos os móveis e elementos decorativos devem ter formas suaves e macias, criando uma sensação de bem-estar. Peles, linho, lã e algodão são materiais que intensificam as sensações de aconchego e conforto.

 

– Utilizar cores claras. Elas ajudam a iluminar e proporcionam uma sensação de amplitude do ambiente.

 

– Usar materiais que proporcionam calor, materiais quentes, como a madeira. A lareira, além de ser uma fonte de calor, dá uma sensação acolhedora a um ambiente.

 

– Há uma preferência pelo natural. O uso de móveis feitos de madeira dá um toque rústico ao espaço.

 

Agora você já sabe: se a intenção é criar um ambiente iluminado e aconchegante, é só seguir os princípios do Hygge.

O charme das luminárias

As luminárias valorizam os pontos de luz dos ambientes. Essas peças complementam a decoração e cada modelo oferece uma iluminação diferenciada. Na hora de escolher uma luminária, é importante lembrar que uma boa iluminação deixa o ambiente mais aconchegante.

 

Para não ficar na dúvida, veja quais são os principais tipos de luminárias e suas diferenças:

 

Embutidas: Elas são embutidas no teto. São discretas e proporcionam um ambiente mais clean. Ideais para ambientes de pé direito baixo. Possuem diversos modelos, com ou sem fechamento em acrílico ou vidro, direcionáveis ou fixas.

 

 

Plafon: São luminárias instaladas bem próximas ao teto. Utilizadas em diversos ambientes e servem como peça central do espaço.  Dependendo do material elas geram efeito de luz indireta ou difusa.

 

 

Pendente: É uma peça funcional. Dá um toque decorativo devido ao seu design. Os pendentes descem do teto por fios elétricos e, às vezes, também por cabos. Ideais para ambientes que têm pé direito médio ou alto. Geralmente são utilizadas sobre mesas de jantar, bancadas, aparadores e etc.

 

 

Lustre: É um tipo de luminária composto por vários braços que se unem em uma estrutura central, formando um candelabro. Os lustres se destacam pela sua versatilidade como fonte luminosa e objeto de decoração. Normalmente utilizados em salas de estar e jantar, lugares onde podem ocupar espaço de destaque.

 

 

Spots: Seu foco de luz é centrado e direcionado, iluminando um ponto específico. São pequenos e discretos. Ideal para quando se quer dar destaque para um objeto ou peça decorativa como quadros e esculturas.

 

 

Abajur: Do francês abat-jour, que significa “abaixar a luz” ou “quebra-luz”, essa peça torna a luz mais suave e difusa. Além de deixar o ambiente mais confortável, também atua na decoração, tanto em residências como espaços comerciais (bares e restaurantes). Normalmente são encontados sobre mesas de cabeceiras, mesas laterais e aparadores.

 

 

Luminária de pé: Como sua luz é direcionada, geralmente é usada para leitura, mas há vezes em que serve apenas como decoração. Possui base própria, sendo assim, pode ser colocada diretamente no chão.

 

 

Luminária de mesa: Tem a mesma função que a luminária de pé. A diferença entre elas é que a de mesa precisa de um suporte. Ela fica apoiada sobre uma superfície (mesa, criado-mudo, escrivaninha e etc.).

 

 

Arandela: Seu objetivo é iluminar o plano geral do espaço onde está inserida. Produz um efeito de luz difusa e indireta. As arandelas são sempre instaladas nas paredes e dependendo da forma e do material, quando ligadas formam diferentes sombras e desenhos nas paredes.